Acompanhar lombalgia crônica
Na lombalgia crônica, o medo do movimento é o maior obstáculo. Veja como o Teraply ajuda a manter a constância entre as sessões.
Este guia é sobre como usar o Teraply para acompanhar este perfil — não sobre o que prescrever. A escolha dos exercícios, a progressão e toda a conduta clínica são suas.
O que torna este perfil diferente
Na lombalgia crônica, o maior inimigo é o medo do movimento — a pessoa evita se mexer com receio de piorar, e o repouso excessivo perpetua o quadro. Boa parte do valor do acompanhamento está em sustentar a constância apesar desse medo.
O que observar de perto
Regularidade acima de intensidade. Aqui, a consistência da adesão diz mais que o esforço. Uma rotina mantida, mesmo leve, é o que quebra o ciclo de medo e evitação. Valorize a constância na sua leitura.
Adesão × dias ativos. Poucos dias ativos concentrados podem indicar que a pessoa só se mexe "quando está bem" — o oposto do que ajuda. A distribuição ao longo da semana importa.
O papel do cuidador
Frequentemente ausente neste perfil (paciente adulto independente). Quando há apoio familiar, o mais útil é o incentivo à constância e a normalização do movimento — evitar o "não faz esforço que faz mal", que reforça o medo.
Pré-requisitos e sinais de atenção
- Combine na largada: movimento é parte do tratamento, não risco; algum desconforto é esperado e não significa dano.
- Adesão só em dias esparsos — sinal de evitação; vale trabalhar a regularidade.
- Dor irradiando para a perna, formigamento ou fraqueza nova — oriente registro por intercorrência e reavalie com atenção.
- Abandono após um dia ruim — comum; um contato acolhedor recupera a rotina.