Por que usar o Teraply?
Recurso por recurso, o que muda na sua prática quando o Teraply entra: a orientação na sua voz, a adesão que não infla, o alerta de divergência que respeita seu julgamento, o cuidador como aliado e a evolução em PDF. E o que ele recusa fazer — porque isso também é motivo para confiar.
Adesão ao tratamentoSeu paciente não faz os exercícios em casa — e você descobre tarde demais
Ele diz que está fazendo. Some por três semanas. Volta pior, ou não volta. Por que a adesão ao exercício domiciliar é tão baixa, o que as revisões sobre o tema apontam como barreiras, e cinco práticas que funcionam sem depender de ferramenta nenhuma.
A categoriaO intervalo entre as sessões: a parte do tratamento que ninguém acompanha
O paciente passa uma hora por semana com você e o resto do tempo sozinho. É nesse intervalo que a recuperação se constrói — e é a parte que você não vê. Por que ela é estruturalmente invisível e o que essa cegueira custa.
Adesão ao tratamentoO que a literatura diz sobre adesão a exercícios domiciliares (e o que fazer com isso)
A pesquisa é consistente: a adesão é baixa, cai com o tempo, e as barreiras são concretas — não falta de vontade. Uma síntese honesta, sem números inventados, e três movimentos que decorrem direto dos achados.
Prática clínicaComo prescrever exercício domiciliar que o paciente realmente faz
Prescrever exercício é fácil; prescrever exercício que o paciente executa sozinho é outra habilidade. Seis práticas, quase todas cabendo nos minutos finais de uma sessão comum, e nenhuma dependendo de tecnologia.
O cuidadorO cuidador é o seu aliado mais subestimado no tratamento do idoso
Ele opera o celular, lembra do horário e percebe o que nenhuma métrica capta. Como transformar o cuidador em parceiro do tratamento — mantendo a linha clara entre observar, que é o papel dele, e diagnosticar, que é o seu.
PosicionamentoAdesão não é recuperação: por que confundir os dois prejudica sua conduta
Adesão mede comportamento; recuperação mede desfecho clínico. Um paciente pode ter adesão perfeita sem melhorar, e adesão baixa evoluindo bem. O que a confusão entre as duas faz com a sua conduta — e o uso correto do dado.