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Ajuda › Acompanhando por condição

Acompanhar pós-AVC de membro superior

Um guia prático de como operar o Teraply para acompanhar este perfil entre as sessões — o que observar, como envolver o cuidador e a que sinais ficar atento. A conduta clínica, como sempre, é sua.

Antes de tudo

Este guia é sobre como usar o Teraply para acompanhar um paciente com este perfil — não sobre o que prescrever. A escolha dos exercícios, a progressão e toda a conduta clínica são suas. O que segue são sugestões de como operar o app para acompanhar melhor, ancoradas no que você já conhece da reabilitação.

Por que este perfil pede um acompanhamento atento

A reabilitação do membro superior após um AVC tem três características que tornam o acompanhamento entre sessões especialmente valioso — e que orientam como configurar o Teraply para este paciente:

O que observar de perto no app

Para este perfil, algumas leituras do Teraply são mais reveladoras que outras:

Adesão — mas lida com cuidado. A adesão aqui é um sinal precioso de que o trabalho em casa está acontecendo. Mas lembre do princípio de sempre: adesão é comportamento, não recuperação. Neste perfil, adesão alta com pouca evolução funcional é comum e não significa fracasso — a recuperação neurológica tem seu próprio tempo. Use a adesão para saber se a pessoa está trabalhando, não para julgar se está melhorando.

Esforço percebido. Um esforço consistentemente muito alto pode indicar que as tarefas estão além do momento do paciente — o que, neste perfil, gera frustração e abandono rápido. Vale observar e, se for o caso, simplificar.

A divergência. O alerta de divergência entre adesão e sua avaliação clínica é especialmente útil aqui. "Aderindo, mas sua leitura é de estagnação" pode apontar para exercícios inadequados ao momento, ou para a necessidade de recalibrar expectativas com o paciente e o cuidador.

Ajuste a expectativa da própria métrica

Neste perfil, uma adesão de 60% já pode ser um ótimo resultado, dado o esforço que cada tarefa exige da pessoa e do cuidador. Calibre o que você considera "bom" pela realidade do paciente, não por um número absoluto.

O papel do cuidador

Em pós-AVC de membro superior, o cuidador não é coadjuvante — frequentemente é ele quem torna o exercício possível. Vale investir na parceria com ele desde o início:

Lembre do limite que protege todos: o cuidador observa; você interpreta. Ele te conta o que viu; o que aquilo significa para a conduta é decisão sua.

Pré-requisitos e cuidados antes de começar o acompanhamento remoto

Sinais que pedem a sua atenção

O Teraply ajuda a fazer estes sinais chegarem até você — mas a interpretação e a conduta são sempre suas:

O app não substitui a sua avaliação

O Teraply organiza a sua atenção e faz os sinais chegarem — ele não avalia neurologicamente, não mede recuperação e não decide conduta. Alterações importantes do quadro pedem sua avaliação presencial. Para urgências, oriente paciente e cuidador a procurarem atendimento, não o app.

Como configurar o acompanhamento — resumo

Próximo passo
Envolvendo o cuidador O aliado central neste perfil — como dar a ele o papel certo
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