Acompanhar osteoartrose de quadril
A osteoartrose de quadril afeta o dia a dia mais que o exercício. Veja como acompanhar esse impacto funcional com o Teraply.
Este guia é sobre como usar o Teraply para acompanhar este perfil — não sobre o que prescrever. A escolha dos exercícios, a progressão e toda a conduta clínica são suas.
O que torna este perfil diferente
A dor do quadril costuma afetar tarefas do dia a dia — calçar, entrar no carro, levantar da cadeira — mais do que o exercício em si. O acompanhamento ganha ao ficar atento não só à adesão, mas ao impacto funcional que o paciente e o cuidador relatam.
O que observar de perto
Adesão como sinal de rotina. Neste perfil, manter a constância importa mais que a intensidade. Uma adesão estável, mesmo que modesta, costuma ser mais valiosa do que picos seguidos de abandono.
A divergência. Se a adesão está boa mas a sua avaliação mostra pouca melhora funcional, vale rever se o programa está alcançando as limitações que mais incomodam a pessoa no dia a dia.
O papel do cuidador
Quando presente, o cuidador observa bem o impacto funcional — se a pessoa está com mais ou menos dificuldade para levantar, andar, se vestir. Peça que ele te conte essas mudanças do cotidiano; elas complementam o que a métrica não mostra.
Pré-requisitos e sinais de atenção
- Alinhe expectativa: a melhora é gradual e nem sempre linear; dias piores fazem parte.
- Piora funcional relatada (mais dificuldade para tarefas básicas) — merece sua avaliação, mesmo com adesão boa.
- Dor que passa a limitar o sono ou a marcha — oriente registro e reavalie.
- Adesão irregular — investigue se a dor em tarefas do dia está desmotivando a rotina de exercício.