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Ajuda › Acompanhando por condição

Acompanhar osteoartrose de quadril

A osteoartrose de quadril afeta o dia a dia mais que o exercício. Veja como acompanhar esse impacto funcional com o Teraply.

Sobre este guia

Este guia é sobre como usar o Teraply para acompanhar este perfil — não sobre o que prescrever. A escolha dos exercícios, a progressão e toda a conduta clínica são suas.

O que torna este perfil diferente

A dor do quadril costuma afetar tarefas do dia a dia — calçar, entrar no carro, levantar da cadeira — mais do que o exercício em si. O acompanhamento ganha ao ficar atento não só à adesão, mas ao impacto funcional que o paciente e o cuidador relatam.

O que observar de perto

Adesão como sinal de rotina. Neste perfil, manter a constância importa mais que a intensidade. Uma adesão estável, mesmo que modesta, costuma ser mais valiosa do que picos seguidos de abandono.

A divergência. Se a adesão está boa mas a sua avaliação mostra pouca melhora funcional, vale rever se o programa está alcançando as limitações que mais incomodam a pessoa no dia a dia.

O papel do cuidador

Quando presente, o cuidador observa bem o impacto funcional — se a pessoa está com mais ou menos dificuldade para levantar, andar, se vestir. Peça que ele te conte essas mudanças do cotidiano; elas complementam o que a métrica não mostra.

Pré-requisitos e sinais de atenção

Próximo passo
A curva de evolução do paciente Acompanhar a trajetória ao longo do tempo
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